As melhores fotos do ano

2016

O Strava é a rede social para os atletas. O que faz a nossa comunidade brilhar é você - o atleta que se esforça para dar o seu melhor, o atleta que compartilha experiências e atividades com seus colegas. Todos os dias, inspiramos uns aos outros.

Em 2016 publicamos 29 histórias e esperamos poder trazer ainda mais inspiração em 2017. Agora é hora de dar uma olhada nas nossas fotos favoritas de um ano incrível.

TIM JOHNSON vs. MONTE WASHINGTON

Nunca ninguém antes tentou pedalar uma bicicleta até o Monte Washington no inverno. Como alguém poderia? E por que iria? Mesmo que tenha apenas cerca de 1917 metros de altura, lá foram registrados ventos soprando a mais de 370 km por hora - a velocidade mais rápida já medida fora dos ciclones tropicais. As temperaturas no inverno são igualmente assustadoras. O clima severo tirou mais de 130 vidas no Monte Washington no século passado, por isto alguém dificilmente pode culpar o estado de New Hampshire por fechar a montanha para os ciclistas durante todos os dias do ano, exceto dois dias durante o verão. Este não é apenas um lugar perigoso para pedalar... pode ser chamado também de o cenário perfeito para uma aventura da Red Bull com Tim Johnson.

Fotos de Brian Nevins / Red Bull Content Pool

STRADE BIANCHE

Em uma época em que a febre do ciclismo competitivo e de aventura convergiram na forma de corridas em trilhas acidentadas, a corrida Strade Bianche ecoou fortemente esta tendência, propondo trechos de cascalho branco combinados com com as tradicionais estradas de asfalto. A rota atravessa cidades antigas e termina com uma subida devastadora de 18% na chegada em Siena, mas como recompensa ela proporciona um espetáculo visual incomparável. Os gigantes do pelotão pedalam forte nesta prova, lutando pela vitória na frente dos torcedores fanáticos do ciclismo, que lotam o último quilômetro até a praça principal de Siena. É uma corrida para a realeza - e em finais emocionantes, Fabian Cancellara e Lizzie Armitstead demonstraram também o seu status real.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

MILÃO-SANREMO

Em um estacionamento de hotel nos subúrbios de Milão, Fabrizio Guidi, o diretor esportivo da Cannondale, conversou com sua jovem equipe antes de partir para mais um treino.

"Amanhã é o primeiro Monumento da temporada – é uma corrida que pode mudar uma vida." Ele fez uma pausa por um momento, olhou em volta de si e continuou: "Pensem sobre isto enquanto vocês se prepararam para amanhã."

Um pouco mais de 24 horas mais tarde não foi um ciclista da Cannondale que cruzou a linha de chegada em primeiro lugar, mas Arnaud Démare, um jovem talento da equipe FDJ. Com certeza este resultado mudará a sua vida.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

NA ROTA DA SUPERAÇÃO

Um dia antes de uma semana de corridas, incluindo a Dwars door Vlaanderen 2016, a E3 Prijs Harelbeke e a Gent-Wevelgem, três bombas explodiram em Bruxelas, na Bélgica, matando 35 pessoas e deixando mais de 300 feridos. A Bélgica viveu uma semana terrível. O mundo sofreu com ela. E a tragédia não parou por aí.

Cinco dias depois, na Gent-Wevelgem, o jovem ciclista da equipe Wanty-Groupe Gobert, Antoine Demoitié, morreu num acidente. Menos de 24 horas depois, outro jovem belga, Daan Myngheer, morreu por conta de um ataque cardíaco sofrido na semana anterior durante a Criterium International.

Nada pode compensar estas perdas. Mas mesmo quando a tragédia atinge e destaca a fragilidade da vida, o esporte serve como uma forma de nos unir em nossa celebração dos maiores aspectos do espírito humano - superar, continuar contra as piores probabilidades e sempre nos esforçar.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

RONDE VAN VLAANDEREN

A camiseta do arco-íris tem um grande peso nos ombros dos ganhadores do Campeonato Mundial de Ciclismo. Para muitos é uma maldição: um ano de má sorte e de desilusões em termos de vitórias. Mas no Tour de Flanders, dois campeões do mundo foram os ganhadores da corrida. Tanto para Peter Sagan como para Lizzie Armitstead, foi um dia inesquecível.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

PARIS-ROUBAIX

No ciclismo, ganhar nunca é uma conclusão inevitável. Qualquer coisa pode acontecer e muitas vezes acontece. A vitória de Mathew Hayman no Velódromo de Roubaix foi um choque. Ele conseguiu superar lendas do ciclismo que junto a ele mesmo formavam o quinteto de corredores sobreviventes da escapada. Na realidade ele demonstrou a beleza do ciclismo. Os fugitivos eram Boonen, Boasson Hagen, Stannard, Vanmarcke e Hayman. Hayman se manteve entre os fugitivos durante todo o dia e quando o grupo se juntou, ele parecia ser o que sobrava, o cara que se conforma em fazer um bom tempo. Ele não tinha nenhuma possibilidade de ganhar, certo?

E então ele conseguiu! Foi uma corrida improvável, mas absolutamente espetacular para o australiano de 38 anos de idade que quebrou o cotovelo no final de fevereiro no Omloop Het Nieuwsblad. Em sua décima quinta tentativa ele ganhou a Paris-Roubaix, corrida também conhecida como "o inferno do norte”. Milagres acontecem.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

AS MARATONAS DE BARKLEY

Todos os desafios são relativos. Para alguns atletas, participar de uma corrida de 10 quilômetros é uma tarefa assustadora. Para outros, como o ex-corredor de aventura e campeão da HURT 100, Gary Robbins, um desafio é uma corrida tão difícil que ele não sabe se poderá terminá-la. "Eu cheguei ao ultrarunning depois de muita experiência com corrida de aventura. No ultrarunning eu não tinha nenhuma dúvida se poderia terminar uma corrida. A única pergunta era se eu poderia terminar com o melhor tempo.” Mas nas Maratonas de Barkley ele encontrou um desafio diferente de qualquer outro que ele tinha enfrentado antes.Gary Robbins

A Barkley é muito mais do que uma maratona. É uma corrida em que se tem que completar um circuito sem demarcação e praticamente sem trilhas de 160 km em cinco voltas na zona rural do Tennesse. Os participantes caminham, correm, abrem caminhos e navegam dia e noite em busca dos livros escondidos nos pontos de controle ao longo da rota. Eles têm 60 horas para terminar a prova de 160 km e 16.200 metros de desnível. Mas o que realmente diferencia Barkley de outras competições é que os atletas têm que ter um sentido de orientação fantástico para completá-la. É um teste tão severo que em 30 anos apenas 14 corredores conseguiram completar as cinco voltas abaixo do tempo estipulado. No limite do impossível, se trata tanto uma experiência mental, espiritual e mística, como uma prova física.

Fotos de Matt Trappe

RED HOOK 5K

Toda primavera acontece em Nova York uma das corridas mais famosas no Brooklyn Cruise Terminal. É alí que também acontece, uma vez por ano, a agora famosa prova noturna de ciclismo Red Hook Criterium. Mas durante o dia, são os corredores que enfrentam o mesmo percurso de 5 km. Quando cai a noite, é a vez dos ciclistas participarem de uma competição que consiste em cinco voltas com 40 zonas de curva no total, com a participação de 15.000 animados espectadores e uma prova masculina e outra feminina. É uma experiência que ninguém jamais irá se esquecer.

"Rápida, louca e intensa é como eu descreveria a Red Hook Crit 5K", diz Jerry Faulkner, que ficou em 10º lugar, representando o New York Athletic Club. “A corrida tem muitas voltas e você corre atrás de um cara em uma moto. Todo mundo está gritando do lado de fora. É um caos."

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

RED HOOK CRIT

"É sem dúvida a corrida mais difícil de bikes fixas. É como o Tour de France das corridas desta modalidade. A Red Hook dá para histórias tipo Rocky Balboa, onde você tem o pessoal da elite que está bem estabelecido e os novatos que dão o melhor de si", nos comenta Neil Bezdek, duas vezes ganhador da Red Hook Brooklyn.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

INDO ÀS ALTURAS COM O GIRO

Nas chamadas Grandes Voltas (ou Grand Tours), as provas contrarrelógio têm um papel crucial para a classificação final, e este é o momento que os sprinters brilham. Mas é durante as etapas de montanha que a própria natureza e o terreno imprimem seu caráter na corrida. É durante estas escaladas que os ciclistas podem gravar seus nomes na história com desempenhos fascinantes. E foi isso que aconteceu no Giro d'Italia de 2016.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

EM CASA COM KILIAN JORNET

No final do inverno passado, depois de anos vivendo na base do Mont Blanc, Kílian Jornet encheu sua van com caixas e caiu na estrada. Ele dirigiu por mais de 24 horas em direção a uma terra branca, vertical, onde montanhas selvagens e o mar se fundem. Este catalão de 28 anos se instalou junto à águas calmas, a cinco horas de carro de Olso, rodeado por fiordes imponentes. No início de maio, Kilian nos mostrou os bastidores de um dia de treinamento comum — para um atleta extraordinário.

Fotos de Alexis Berg

EVEREST

Cory Richards e Adrian Ballinger partiram para escalar o Monte Everest sem oxigênio suplementar sabendo que os riscos que enfrentariam seriam assustadores. Menos de 200 alpinistas alcançaram o topo do Everest desta maneira.

"Escalar em altitude sem oxigênio suplementar é como ter a pior ressaca que você pode imaginar, mas ter que continuar apesar de tudo. Quer se trate de três horas para derreter a neve ou sair da tenda para ir escalar, você tem que passar por esses momentos com uma sensação de uma ressaca realmente forte. Quando nos propusemos fazer isto, eu sabia que provavelmente falharíamos. Havia menos de uma em dez chances de conseguirmos", disse Ballinger. E, no final do dia, você ainda tem que se lembrar de carregar a sua atividade!

Fotos de Adrian Ballinger e Cory Richards

WOMEN'S TOUR

O ciclismo profissional feminino deu um salto em 2016 com a primeira edição do UCI Women’s WorldTour, 17 corridas que começaram com a Strade Bianche e que representam o topo absoluto para o ciclismo profissional feminino. O Strava tem apoiado a competição pela camiseta laranja de bolinhas da QOM no Women's Tour desde a sua criação em 2014. Estas atletas encarnam o que significa esforçar-se, competindo com o coração no Reino Unido, templo do ciclismo, em frente a multidões tão grandes quanto as de uma competição do UCI masculino. A atmosfera animada e as rotas desafiantes fizeram que esta prova por terras britânicas se tornasse uma das favoritas das ciclistas.

"Eu acho que agora é a minha corrida preferida do ano, eu participei por três anos e é ótimo ver a popularidade dela aumentar. As multidões foram incríveis, o que definitivamente ajudou. Eu nunca tive que dar tantos autógrafos quanto durante esta competição.” - Katie Hall, vencedora da QOM Strava.

Fotos de George Marshall

IRONMAN DE NICE

Durante a ascensão do triathlon no início dos anos 1990, a França transformou-se em um viveiro do triathlon profissional e teve um papel importante no desenvolvimento do esporte. Hoje, Nice oferece um cenário deslumbrante e histórico para uma das mais duras corridas de Ironman no circuito global. O dia começa no Mar Mediterrâneo, se move para uma pista de ciclismo de escalada e termina com uma corrida embaixo do sol. Beleza, intensidade e história se combinam para criar uma experiência de vida inesquecível para todos os atletas que cruzam a linha de chegada.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

EM CASA COM THIBAUT PINOT

O ar está supreendentemente frio e úmido para esta época do ano. No começo de maio chegamos em uma vila perto de Mélisey. Ao olhar o mapa, você verá uma região salpicada de pequenos lagos e rios na base do maciço dos Vosges. Estamos na região do Franco Condado, no coração do planalto Thousand Ponds, um nome que soa como um videogame de aventura. Estamos no meio da zona de treinamento de Thibaut Pinot, a região onde ele nasceu e da qual ele nunca realmente sai por muito tempo há 26 anos. Thibaut nos cumprimenta na frente da casa que acabou de construir, não muito longe da casa de seus pais. Ele está relaxado, usando calças de moletom e tênis quando começamos nosso encontro...

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

WESTERN STATES

Às 5 horas da manhã do último sábado de junho, Paul Lind dá um tiro no ar, sinalizando o início da 43ª Western States Endurance Run. O pai de Paul, Bob Lind, deu o sinal de início em todas as corridas precedentes. A partir do momento em que a arma dispara, a energia não para durante 160 km. De Squaw Valley até Auburn, a comunidade é fonte de inspiração.

O perfil oficial da corrida indica 160 km com 5.500 metros de ganho de elevação e 7.000 metros de desnível negativo. Enquanto alguns afirmam que a perda de elevação torna a corrida mais fácil, os longos trechos de descida podem ser demolidores para os quadríceps dos corredores cansados no final da corrida. E a fadiga é apenas um dos muitos aspectos que podem entrar em jogo em uma corrida assim tão longa.

Fotos de Matt Trappe e Kyle McCall

O TOUR

Há muitas provas fantásticas no calendário de ciclismo a cada ano - tantas provas importantes e históricas, com uma participação enorme e um público que nunca descansa. Tudo isso é maravilhoso e estas corridas são incríveis, mas nada se compara ao Tour. Nada. O Tour tem tudo que as outras provas têm, multiplicado por dois: os fãs, o serviço de segurança, a emoção, o espetáculo.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

O HOMEM CONTRA A MONTANHA

O desafio vertical do Grossglockner Berglauf dá um lição de humildade aos corredores mais rápidos, com 1.494 metros de ganho de elevação em 12,67 km, incluindo uma ascensão final impiedosa de 900 metros até a linha de chegada. A cada ano, apenas mil corredores têm a chance de se testar nesta prova impiedosa, mas deslumbrante. Seguimos Florian Neuschwander (também conhecido como Run with the FLOw) nos Alpes, longe de sua zona de conforto, que é a pista e a estrada.

Fotos de Antton Miettinen

LEADVILLE 100

O que faz Joe Dombrowski para passar o tempo? Ele está em Vail (Estados Unidos) comendo um bife. Faltam dois dias para a Leadville 100. Entre o Tour de Utah (em que ele alcançou o 8º lugar) e a Volta da Espanha, ele quis adicionar a Leadville ao seu calendário. Ela é uma prova de cerca de 160 km que é disputada a mais de 3.000 metros de altitude com um desnível de 3.000 metros e que premia quem a termina com uma brilhante fivela de cinto. Você tem apenas que dizer "Leadville" e os ciclistas mais competitivos te entenderão.

Fotos de Kevin Scott Batchelor, Jered Gruber e Ashley Gruber

TRANSCONTINENTAL NO.4

A Transcontinental (TCR) é uma prova non-stop que atravessa toda a Europa continental, da Bélgica à Turquia. O participante e fotógrafo George Marshall embarcou nesta aventura para descubrir se ele chegaria à Ásia.

"Meu parceiro de corrida abandonou a prova depois de três dias. Meu Garmin caiu no dia quatro. Meus óculos de sol foram arrancados do meu rosto em um vendaval e caíram em um penhasco na costa croata. Tive que trocar dois pneus dianteiros. Eu destruí meu telefone escalando o Grindelwald na Suiça. A operadora do telefone substituto cancelou o serviço quando eu estava procurando um hotel em Kosovo. Eu me perdi nos Alpes e tive que descer 5 km a pé em uma trilha completamente no escuro. Eu tive seis pneus furados. Eu me machuquei tentando fugir de cães abandonados. Eu adormeci duas vezes na bike. Isto é tortura, não uma corrida de bicicleta. Você tem que saber se adaptar frente às dificuldades."

Fotos de George Marshall

UTMB

No final de agosto milhares de ultrarunners de todo o mundo chegam a Chamonix para Ultra Trail du Mont-Blanc, um verdadeiro teste nos Alpes. Durante uma semana, os corredores têm a oportunidade de participar de cinco corridas que dão a volta no Mont Blanc e tocam três países. As provas oscilam entre 55 e 300 km, com pouquíssimos trechos planos e vistas que tiram o pouco fôlego que resta dos corredores quando eles estão competindo.

Fotos de Alexis Berg

A MARATONA DE BERLIM

As ruas de Berlim provaram estar entre as mais rápidas do mundo quando o etíope Kenenisa Bekele fez a segunda maratona mais rápida da história. Bekele, atual detentor do recorde mundial de 5.000 e 10.000 metros, ficou a apenas 6 segundos do recorde mundial de maratona quando cruzou a linha de chegada em sua primeira vitória nesta distância.

Um dia de prova inesquecível que começou com o som familiar de milhares de relógios GPS procurando sinal e, para um corredor, com um beijo de boa sorte.

Fotos de Alexis Berg

AS VIAGENS AO TRABALHO CONTAM

Os atletas Strava pedalam por esporte, mas eles também pedalam para se locomover pela cidade. Em áreas urbanas densas como São Francisco e Londres, as viagens ao trabalho representam mais de 50% das atividades de ciclismo do Strava durante a semana. As bicicletas fazem a vida melhor e mais divertida e dão aos ciclistas um sentido de liberdade e de poder que é incomparável. As bicicletas nos ajudam a ver e vivenciar as cidades de novas maneiras. É por isso que Ed Shires e Chris Altchek, da Fundação Cycling Team, e Natalie Tapias e Jamie Soper, da equipe de elite do Velo Classics p/b Stan’s NoTubes, adoram pedalar na cidade de Nova York - para treinar e ir ao trabalho. Dê uma olhada em como esses quatro nova-iorquinos vivenciam a sua cidade de bicicleta, tanto como atletas e quanto como trabalhadores que fazem o trajeto ao trabalho com a bike diariamente.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

RICKY LIGHTFOOT: EM CASA NAS MONTANHAS

“O "fell running" é básicamente uma corrida de montanha na qual se tem que alcançar o topo e voltar o mais rápido possível, passando por uma série de pontos de controle", explica Ricky Lightfoot, um grande corredor inglês desta modalidade. "Às vezes há um caminho, às vezes não há. Você pode precisar usar um dispositivo para navegar e encontrar seu caminho entre os pontos. Em cada corrida, você precisa de um mapa e uma bússola, além de roupas adequadas (calças, jaqueta, luvas e chapéu), mesmo no verão. Sem isto - e às vezes fazem uma verificação aleatória das equipes - te desqualificam."

Em 2017, Lightfoot pretende estabelecer um recorde na corrida de montanha mais importante da região de Lake District: a Bob Graham Round.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

ELLE ANDERSON E O KOPPENBERGCROSS

Elle Anderson, corredora profissional americana de ciclocross e funcionária da Strava deixou a Bélgica após a sua temporada de ciclocross 2014-15 exausta e desiludida. Problemas pessoais e tensões na equipe minaram sua moral ao ponto dela pensar em abandonar tudo. Mas agora ela está de volta, ao seu modo, com seu próprio programa para a temporada 2016-17, determinada a lutar com os melhores talentos nas provas mais icônicas deste esporte.

"Eu amo o que o ciclocross significa para esta parte do mundo… ter a chance de estar na TV e competir na frente de 20-30.000 fãs nas grandes corridas. É uma competição de classe mundial. As provas aqui são muito mais desafiadoras, você fica com as corridas de lama mais difíceis, as mais arenosas das corridas de areia, com os desníveis mais pronunciados. É uma experiência duríssima, mas eu adoro". Ela tem fome de competição, do espírito de camaradagem e da clareza que ela experimenta ao competir no epicentro do esporte. E isso, a Koppenbergcross, tem de sobra.

Fotos de Jered Gruber e Ashley Gruber

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